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20111116

CONSTRUIR IDEIAS COM O PSD PARA CHAVES


NOTA DE IMPRENSA
PSD CHAVES



O PSD Chaves, realizou na passada sexta-feira, dia 25 de Novembro, um colóquio sobre “Comércio”.

Pretende a atual comissão política do PSD Chaves, presidida pelo arquiteto António Cabeleira, ouvir os flavienses através de um ciclo de colóquios designado “Construir Ideias com o PSD para Chaves”. O ciclo de colóquios tem como objetivos Ouvir os Flavienses e Preparar a candidatura do PSD às próximas eleições autárquicas.

O colóquio realizou-se no Auditório Municipal (GATAT), com um número significativo de presenças, das quais se destacam alguns comerciantes, o senhor presidente da Câmara e a senhora deputada, Dr.ª Manuela Tender. Foram oradores convidados a Dr.ª Ana Coelho, cuja palestra versou sobre “O sector do comércio na cidade de Chaves” e a Dr.ª Elisabeth Gomes, que apresentou “Modelos de gestão e dinamização dos centros urbanos”. Após a apresentação dos temas seguiu-se uma animada troca de ideias.


                                                   Dra. Sandra Sarmento, Arq. António Cabeleira
                                                   Dra. Elisabeth Gomes, Dra. Ana Coelho
Arq. António Cabeleira
(Presidente da CPS/PSD-Chaves)

20111108

ASSEMBLEIA DISTRITAL DE VILA REAL DO PSD: MOÇÃO SAÚDE

I – ENQUADRAMENTO

Considerando que a integração do Hospital Distrital de Chaves e do Hospital D. Luis I (Peso da Régua) no Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, para as populações das respectivas áreas envolventes, é um tremendo fracasso, tendo as unidades hospitalares perdido recursos humanos e valências;

Considerando o total desrespeito por parte do Conselho de Administração do Centro Hospitalar pela Resolução da Assembleia da República n.º 92/2011 (Diário da República Iª série – n.º 80 de 26/04/2011 - “Criação da Unidade Local de Saúde do Alto Tâmega e medidas urgentes para o Hospital de Chaves”);

Considerando que persiste a contradição entre as afirmações dos membros do governo e do Conselho de Administração do Centro Hospitalar, quanto à possibilidade de encerramento do Hospital D. Luis I (Peso da Régua).

II – PROPOSTA

Solicitar ao Senhor Ministro da Saúde que determine que o Conselho de Administração do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro não proceda ao encerramento de qualquer serviço em qualquer uma das unidades hospitalares (Hospital de Chaves e D. Luis I), enquanto não estiver definido o modelo que irá determinar quais os serviços que irão ser realizados em cada uma das unidades atrás mencionadas no âmbito do modelo de saúde hospitalar para o país.

Dar conhecimento da presente moção:

 Senhor Primeiro-Ministro;

 Comissão Política Nacional;

 Direcção do Grupo Parlamentar.



Assembleia Distrital de Vila Real do PSD, 8 de Outubro de 2011


O Presidente da Secção de Chaves:
António Cabeleira

O Presidente da Secção do Peso da Régua:
José Gonçalves






















NOTA DE IMPRENSA: UNIDADE LOCAL DE SAÚDE DO ALTO TÂMEGA

O PSD Chaves reunido em plenário de militantes no dia 7 de Outubro deliberou tornar público o seguinte:

1. Solicitar ao Senhor Ministro da Saúde que determine que o Conselho de Administração do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro não proceda ao encerramento de qualquer serviço na Unidade Hospitalar de Chaves, cumprindo o estabelecido no ponto n.º2 da Resolução da Assembleia da República n.º 92/2011 (Diário da República Iª série – n.º 80 de 26/04/2011 - “Criação da Unidade Local de Saúde do Alto Tâmega e medidas urgentes para o Hospital de Chaves”);

2. A realidade dos factos é a seguinte:

• Os documentos oficiais do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro traduzem de forma clara e inequívoca uma realidade – a Unidade Hospitalar de Chaves tem vindo a perder serviços e funcionários desde 2007;

• Fechou a maternidade;

• O número de médicos em especialidades fundamentais reduziu de forma drástica;

• Unidade de Chaves perdeu vários serviços, que afectam assinalavelmente a economia local (cozinha, lavandaria, economato);

• Encerramento em Setembro de 2011 do Serviço de Cirurgia 1;

• A partir do dia 1 de Outubro terminaram as cirurgias de urologia;

• Estão em risco o serviço de urgência de pediatria e a urgência médico-cirúrgica.

3. Estes factos, inequívocos, desqualificam a Unidade Hospitalar de Chaves, contribuindo decisivamente para a má imagem e desconfiança que marcam a atitude das populações perante a resposta do Serviço Nacional de Saúde na região.

4. Há fortes investimentos públicos e privados que promovem a atracção turística da região e carecem de respostas capazes no campo da saúde, como factor de competitividade. A qualidade de vida das pessoas deste território e de quem nos visita merece uma intervenção decisiva. É urgente que assim aconteça.

5. A população do Alto Tâmega, já não acredita na capacidade e vontade do Conselho de Administração do Centro Hospitalar para reverter esta situação. Apela-se, por isso, à intervenção directa do Senhor Ministro.

NOTA DE IMPRENSA: ENG. BRANCO TEIXEIRA

No dia 2011-10-07, em reunião plenária da Assembleia de Secção, o PPD/PSD de Chaves, realizou-se uma homenagem à memória do ilustre militante e Ex - Presidente da Câmara Municipal de Chaves Eng. Branco Teixeira, recentemente falecido.

Vários companheiros recordaram, de forma sentida, o homem, o político e a obra que este companheiro deixou no concelho de Chaves.

Este facto decorreu na sede do PPD/PSD de Chaves, alvo de uma, simples e eficaz, intervenção que visou melhorar a funcionalidade daquele espaço de trabalho e de acolhimento dos militantes.

A título póstumo, foi descerrada uma lápide onde pode ler-se: “À MEMÓRIA DO MILITANTE Nº 1 DE CHAVES ENGENHEIRO BRANCO TEIXEIRA E DOS FUNDADORES DO PPD/PSD DE CHAVES, 2011-10-07”

COMUNICADO: PSD/CHAVES REITERA POSIÇÃO CONTRA PAGAMENTO DE PORTAGENS NA A24

Na sequência de notícias recentemente vindas a público sobre alteração de financiamento das SCUT’s, a Comissão Política de Secção do PSD de Chaves, reunida ordinariamente em 5 de Julho de 2010 e a Assembleia de Secção do PSD, reunida a 9 de Julho de 2010, aprovam por unanimidade e aclamação, o seguinte:


COMUNICADO:

I – EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

A aprovação do presente comunicado, em reunião ordinária da Comissão Política de Secção do PSD de Chaves de 2010/07/05 e nesta Assembleia de Secção, reforça a posição tomada, por unanimidade e aclamação, em reunião ordinária da Assembleia Municipal de Chaves de 2 de Junho de 2004, por proposta do Grupo Municipal do PSD;

Relembra-se que foram encerrados, por parte do Governo do Eng. José Sócrates e com o apoio do PS, importantes serviços (ex: maternidade) com o argumento da entrada em funcionamento de novas acessibilidades (A24);

Sublinha-se a falta de clareza e de equidade que tem presidido à aplicação de critérios pelo Governo do Eng. José Sócrates e pelo PS para determinação e fixação das discriminações positivas a introduzir no pagamento de portagens;

Queremos acreditar que pelo menos durante 10 anos não haverá lugar ao pagamento de qualquer portagem na A24, tempo semelhante ao atraso da chegada de tão importante infra-estrutura.

Realça-se que no nosso concelho não existem alternativas, não possuímos rede ferroviária e não possuímos rede de transportes públicos suportados pelo estado.

Importa ainda salientar, que a crescente concentração de serviços, obriga as populações a deslocarem-se cada vez mais quilómetros para terem acesso aos mais elementares serviços básicos, com particular destaque para os serviços de saúde.


II – CONSIDERANDOS

1. Considerando o atraso de décadas na concretização do IP3/A24;

2. Considerando que este Itinerário Principal não tem outro alternativo de qualidade satisfatória que possa servir dignamente as populações desta região;

3. Considerando que esta via vem finalmente eliminar constrangimentos profundos ao desenvolvimento da nossa terra e distrito;

4. Considerando que no País vizinho (Galiza) não existem junto à fronteira Auto-estradas pagas;

5. Considerando que no Concelho de Chaves não existem transportes públicos subsidiados pelo Orçamento Geral do Estado;

6. Considerando a crescente concentração de serviços na sede do Distrito.


III – DELIBERAÇÃO

A Assembleia de Secção do PSD de Chaves, reunida em 9 de Julho de 2010, delibera, por unanimidade e aclamação, recusar liminarmente qualquer solução que passe pelo pagamento de portagens no território do nosso Concelho e Distrito.

Delibera também, dar público conhecimento desta posição Concelhia, a todos os órgãos Distritais e Nacionais do Partido Social Democrata.

Assembleia de Secção do PSD de Chaves, em 9 de Julho de 2010

MOÇÃO: SCUT'S

Na sequência de notícias recentemente vindas a público sobre alteração de financiamento das SCUT’s, o grupo Municipal do PSD, propõe que a Assembleia Municipal de Chaves reunida a 30 de Junho de 2010, vote favoravelmente a seguinte:




MOÇÃO



I – EXPOSIÇÃO DOS MOTIVOS E CONSIDERANDOS

A aprovação da presente moção nesta Assembleia reforça a posição tomada, por unanimidade e aclamação, em reunião ordinária deste órgão deliberativo de 02 de Junho de 2004, por proposta do Grupo Municipal do PSD;


Relembra-se que foram encerrados, por parte do Governo, importantes serviços (ex: maternidade) com o argumento da entrada em funcionamento de novas acessibilidades (A24);


Sublinha-se a falta de clareza e de equidade que tem presidido à aplicação de critérios pelo Governo para determinação e fixação das discriminações positivas a introduzir no pagamento de portagens;


Queremos acreditar que pelo menos durante 10 anos não haverá lugar ao pagamento de qualquer portagem na A24, tempo semelhante ao atraso da chegada de tão importante infra-estrutura.


Realça-se que no nosso concelho não existem alternativas, não possuímos rede ferroviária e não possuímos rede de transportes públicos suportados pelo estado.


Importa ainda salientar, que a crescente concentração de serviços, obriga as populações a deslocarem-se cada vez mais quilómetros para terem acesso aos mais elementares serviços básicos, com particular destaque para os serviços de saúde.


Considerando o atraso de décadas na concretização do IP3/A24, pese embora no nosso Concelho a obra tenha iniciado em 2004;


Considerando que este Itinerário Principal não tem outro alternativo de qualidade satisfatória que possa servir dignamente as populações desta região;


Considerando que esta via vem finalmente eliminar constrangimentos profundos ao desenvolvimento da nossa terra e distrito;


II – PROPOSTA

1. A Assembleia Municipal de Chaves, reunida em 30 de Junho de 2010, delibera recusar liminarmente qualquer solução que passe pelo pagamento de portagens no território do nosso Distrito.


2. Dar conhecimento desta deliberação às Assembleias Municipais dos Concelhos do Distrito de Vila Real;


3. O envio desta deliberação ao Exmo. Senhor Ministro das Obras Públicas, Economia e Finanças e Exmo. Senhor Primeiro-ministro, Exmo. Senhor Presidente da República, Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República e Direcções Parlamentares da Assembleia da República.



Assembleia Municipal de Chaves em 30 de Junho de 2010
O Grupo Municipal do PSD

MOÇÃO: Criação da Unidade Local de Saúde do Alto Tâmega

O Grupo Municipal do PSD propõe à Assembleia Municipal de Chaves que seja aprovada a seguinte:



MOÇÃO





I – EXPOSIÇÃO DOS MOTIVOS

Em 1983 foi inaugurado o Hospital Distrital de Chaves (HDC).

É inquestionável a importância deste investimento para as populações do Alto Tâmega.

Trata-se de um dos investimentos mais significativos e relevantes de sempre nesta sub-região;

Em 2006 recebeu o prémio “Serviço Público Inovação”. Foi pioneiro na utilização das novas tecnologias na gestão dos processos clínicos dos doentes, eliminando totalmente o uso de papel com a implementação do Sistema de Informação Centralizado (Projecto ALERT Free Hospital), hoje utilizado em todos os hospitais;

Até 2007, ano da integração no Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro (CHTMAD), o HDC prestou serviços de reconhecida qualidade.

A partir desta data, no HDC tem-se assistido a

• Perda de funcionários;

• Redução do número de médicos, de forma global;

• Redução do número de médicos em especialidades fundamentais para o funcionamento da urgência médico-Cirúrugica (médicos cirurgiões; anestesistas; internistas; patologistas; Radiologistas; Pediatras);

• Encerramento de serviços médicos (Obstetrícia/Maternidade; Nefrologia; Imunoalergologia; Imunohemoterapia e Medicina Forense);

• Encerramento de serviços gerais (Cozinha; Lavandaria; Aquisição de consumíveis; entre outros);

• Não cumprimento de investimentos assumidos (ampliação e modernização do bloco operatório e recobro, entre outros).


É de consenso que uma eficaz articulação entre os cuidados de saúde primários e os cuidados de saúde diferenciados, deve constituir uma preocupação permanente e constante das diferentes entidades responsáveis por esta matéria;


O modelo organizacional de Unidade Local de Saúde é o mais adequado para a prestação de cuidados de saúde à população, cujos interesses e necessidades importa, em primeiro lugar, salvaguardar;

II - CONSIDERANDOS

Considerando o descontentamento dos utentes do Serviço Nacional de Saúde no Alto Tâmega com a situação que se vive na Unidade Hospitalar de Chaves;

Considerando as posições públicas assumidas anteriormente pelos dirigentes autárquicos deste Partido;

Considerando as diversas posições e múltiplas deliberações desta Assembleia Municipal;

Considerando as mais de 6 mil pessoas (6.336) que subscreveram a Petição para a Criação da Unidade Local de Saúde do Alto Tâmega, entregue na Assembleia da República em 28 de Outubro de 2010;

Considerando a discussão da supra referida petição em sessão plenária da Assembleia da República em 24/02/2011;

Considerando a Resolução da Assembleia da República n.º 92/2011, que plasma o Projecto de Resolução para a “Criação da Unidade Local de Saúde do Alto Tâmega e medidas urgentes para o Hospital de Chaves”, publicada em Diário da República, Iª Série – n.º 80 de 26/04/2011.


III – PROPOSTA

A Assembleia Municipal de Chaves, reunida em 29 de Junho de 2011, delibera o seguinte:

1. Reiterar de forma clara e inequívoca o seu apoio à Criação da Unidade Local de Saúde do Alto Tâmega em conformidade com o publicado em Diário da Republica;

2. Apelar ao Governo para que, no uso das suas competências e dentro da celeridade possível, implemente as medidas urgentes devidamente referenciadas;

3. O envio desta deliberação às Assembleias Municipais de Boticas, Montalegre, Ribeira de Pena, Valpaços e Vila Pouca de Aguiar;

4. O envio desta deliberação ao Exmo. Senhor Ministro da Saúde, Exmo. Senhor Primeiro-ministro, Exmo. Senhor Presidente da República, Exma. Senhora Presidente da Assembleia da República, á Comissão Parlamentar de Saúde e Direcções Parlamentares da Assembleia da República.


Assembleia Municipal de Chaves em 29 de Junho de 2011
O Grupo Municipal do PSD

ELEIÇÕES LEGISLATIVAS/2011

Na sequência do passado acto eleitoral, ELEIÇÕES LEGISLATIVAS/2011, ocorrido a 05 de Junho, o Gabinete de Imprensa da Comissão Política Concelhia do PPD/PSD de Chaves, torna publica a seguinte:


NOTA DE IMPRENSA


1. Felicitar todos os Flavienses pela lição de civismo, na campanha, durante e após o referido acto eleitoral;


2. Agradecer a todos os Flavienses que participaram de forma activa e firme na campanha: militantes, simpatizantes e votantes do PPD/PSD.


3. Manifestar a preocupação crescente pelos elevados níveis de abstenção verificada. Da nossa parte, tudo continuaremos a fazer para com convicção e empenho, incentivarmos a generalidade dos cidadãos à participação nas decisões que a todos dizem respeito.


4. Reconhecer que o seu esforço foi indubitável e fundamental para uma vitória tão clara quanto inequívoca e expressiva, contribuindo para mais uma marca histórica registada no nosso Concelho pelo PPD/PSD;


5. Enaltecer e sublinhar a importância desta vitória no contexto Nacional (38.6%), Distrital (51.5%) e Local (58.6%) aumentando em 10.9% os resultados de 2009 (47.6%);


6. Sublinhar que o PPD/PSD venceu em 50 das 51 freguesias e em 89 das 90Assembleias/Secções de voto do nosso Concelho;


7. Realçar que o PPD/PSD obteve mais 6.909 votos do que o PS,;


8. Felicitar, em geral, todos os deputados eleitos pelo Distrito de Vila Real e em particular, Senhora Professora Manuela Tender;


9. Reafirmar que o PPD/PSD continuará, como sempre, com Verdade, Trabalho e Competência, a pugnar pelo desenvolvimento da nossa cidade, concelho e região.


10. Por Chaves, com o PPD/PSD, significa que continuaremos a construir consigo e para si um presente mais sólido e um futuro sustentado.


Chaves, 07 de Junho de 2011
O GABINETE DE IMPRENSA

20110509

ALMOÇO LEGISLATIVAS 2011 (27/05/2011)

AMIGA(O)S MILITANTES E SIMPATIZANTES



O CANDIDATO E FUTURO PRIMEIRO MINISTRO DE PORTUGAL, Dr. PEDRO PASSOS COELHO, estará em CHAVES, no próximo dia 27 DE MAIO DE 2011 (SEXTA-FEIRA), pelas 12.30 horas, no HOTEL AQUAE FLAVIAE num ALMOÇO/CONVÍVIO COM OS MILITANTES E SIMPATIZANTES DO PPD/PSD.



INSCRIÇÕES:


Mandatário: António Cabeleira - 961945667

Directora de Campanha: Sandra Sarmento – 962450170

Coordenação:

José Pimentel - 963096452

Fátima Caeiro - 962019573

Joaquim Lima - 919482476


NOTAS:

DATA LIMITE DE INSCRIÇÃO: 24/MAIO (TERÇA-FEIRA)
PREÇO POR PARTICIPANTE: 12 VOTOS

CRIANÇAS ATÉ AOS 4 ANOS DE IDADE: GRATUITO

CRIANÇAS DOS 4 AOS 12 ANOS DE IDADE: 6 VOTOS

APELAMOS À  VOSSA ESTIMADA PRESENÇA E MASSIVA PARTICIPAÇÃO.

DIA 5 DE JUNHO/2011 VOTA:
VOTA PELA MUDANÇA.
VOTA POR PORTUGAL.
VOTA PPD/PSD.








20110506

ASSEMBLEIA DE SECÇÃO DO PSD/CHAVES

(ELEIÇÕES DIA 7 DE MAIO DE 2011, DAS 15.00 ÀS 19.00H)


ORDEM DE TRABALHOS:
ELEIÇÃO DA MESA DA ASSEMBLEIA E DA COMISSÃO POLITICA DE SECÇÃO.




POR CHAVES, COM O PSD

VERDADE – TRABALHO – COMPETÊNCIA


LISTAS CANDIDATAS:


MESA DO PLENÁRIO

PRESIDENTE: Francisco António Almeida Viegas / Professor


VICE -PRESIDENTE: Jaime Esteves de Abreu / Sociólogo


SECRETÁRIO: Maria de Fátima Sampaio R. Calvão dos Santos / Técnica Superior



COMISSÃO POLÍTICA DE SECÇÃO

PRESIDENTE: António Cândido Monteiro Cabeleira / Arquitecto Paisagista


VICE-PRESIDENTE: José Pimentel Sarmento / Empresário


VICE-PRESIDENTE: Maria Inês Pereira Dias / Directora da Escola de Enfermagem


TESOUREIRO: Maria de Fátima Ferreira Marques Caeiro / Técnica Informática


VOGAL: Nelson Paulo Gonçalves Montalvão / Técnico Superior


VOGAL: Maria Antónia da Costa Chaves Esteves / Professora (Presidente Junta)


VOGAL: José Joaquim Alves de Lima / Professor (Presidente Junta)


VOGAL: António José dos Santos / Professor


VOGAL: Manuel Pedro de Oliveira Branco Teixeira / Empresário


VOGAL: Sandra Sofia da Silva Sarmento / Socióloga


VOGAL: Márcia Cristina de Jesus Teixeira / Advogada


VOGAL: José Guerra Iria / Professor

VOGAL SUPLENTE: Anabela Martins dos Santos / Administrativa


VOGAL SUPLENTE: Joana Maria Simões Batista / Advogada


VOGAL SUPLENTE: Rui António da Fonseca Louro / Técnico Finanças


VOGAL SUPLENTE: Rui M. Branco Rodrigues / Prof. Seguros (Presidente Junta)

ASSEMBLEIA DE SECÇÃO DO PSD/CHAVES

(DIA 6 DE MAIO DE 2011, ÀS 21.00H)

ORDEM DE TRABALHOS:

1 – APRESENTAÇÃO DAS LISTAS CANDIDATAS AOS ÓRGÃOS CONCELHIOS E ANÁLISE DOS RESPECTIVOS PROGRAMAS;

2 – OUTROS ASSUNTOS.

20110309

COMUNICADO: CONTRA O PAGAMENTO DE PORTAGENS NO IP3/A24

Na sequência da decisão do Governo sobre alteração de financiamento das SCUT’s através da introdução de portagens. A Comissão Política do PSD de Chaves, manifesta total desacordo com a discriminação negativa das populações de Chaves, do Alto Tâmega e do interior do país, tendo aprovado por unanimidade o seguinte comunicado:

COMUNICADO

EXPOSIÇÃO DOS MOTIVOS
a) A Assembleia Municipal de Chaves, sob proposta Grupo Municipal do PSD, aprovou por unanimidade e aclamação, nas reuniões ordinárias deste órgão deliberativo de 02 de Junho de 2004 e 30 de Junho de 2010, recusar liminarmente o pagamento de portagens no IP3/A24;

b) Coesão Nacional - O programa de Governo diz, na sua página 26, que: “Quanto às SCUT, deverão permanecer como vias sem portagens, enquanto se mantiverem as duas condições que justificaram, em nome da coesão nacional e territorial, a sua implementação: i) localizarem-se em regiões cujos indicadores de desenvolvimento socioeconómico sejam inferiores à média nacional; e ii) não existirem alternativas de oferta no sistema rodoviário.”

c) Os indicadores socioeconómicos de Chaves e do Alto Tâmega são inferiores à média nacional e não existem alternativas de oferta no sistema rodoviário. A introdução de portagens vai contribuir para agravar ainda mais as assimetrias regionais, diminuir a coesão nacional e territorial, comprometer o desenvolvimento do interior do país, piorar os indicadores socioeconómicos, aumentar a erosão demográfica e diminuir os índices de confiança dos transmontanos;

d) Princípios da Universalidade e Igualdade - A aplicação dos princípios devem implicar e envolver todos os portugueses, salvaguardando, contudo, os seguintes considerandos:

• O país não é uniformemente desenvolvido, para se poder dizer que o pagamento tem de ser universal (a acessibilidade a serviços de saúde, sendo universal, as distâncias a percorrer penalizam fortemente os residentes em Chaves, no Alto Tâmega e no interior);

• Reestruturaram-se serviços do estado (fecho de Serviços de Atendimento Permanente, Maternidades e outros) com o argumento da existência de melhores acessibilidades (SCUT);

• A coesão territorial não se consegue com medidas universais (se as medidas são universais, então o governo tem de passar para o domínio municipal ou intermunicipal, empresas tais como: Carris; Metropolitano de Lisboa; STCP; Metro do Porto - que possuem milhões de euros de dívida);

• A rede rodoviária nacional não cobre uniformemente o território nacional, com claro prejuízo para o interior do país;

• A rede de comboios, não está distribuída de uma forma universal pelo país (a CP e a REFER possuem uma dívida de milhões de euros). Em Chaves e no Alto Tâmega não há 1 m de linha de caminho de ferro;

• O princípio da universalidade não se pode aplicar apenas no pagamento, também tem de ser aplicada na distribuição de benefícios.

e) O preço a cobrar por km vai ser altamente penalizador dos utilizadores das vias hoje SCUT, dado que é significativamente mais caro. A partir de 2012, o Governo acaba com os descontos e isenções, logo todas as pessoas e empresas vão ser portajadas, onerando-as com mais uma taxa injusta.

Importa ainda salientar, que a crescente concentração de serviços, obriga as populações a deslocarem-se cada vez mais quilómetros para terem acesso aos mais elementares serviços básicos, com particular destaque para os serviços de saúde.

f) O princípio do utilizador/pagador - Deverá de igual forma, ser aplicado a todas as vias com características de auto-estrada sem portagens, tais como:

• Eixo Norte-Sul (todo);

• A1 (entre Lisboa e Alverca);

• A2 (entre Lisboa e Coina);

• A5 (entre Lisboa e Porto Salvo / Oeiras);

• A8 (entre Lisboa e Loures);

• IC2 (entre Lisboa e Póvoa de Santa Iria);

• IC20 (entre Almada e a Costa da Caparica);

• IC17 / CRIL (todo);

• IC19 (todo, entre Lisboa e Sintra);

• IC21 (todo, entre Coina e Barreiro);

• IC32 (todo, entre a A2 (Coina) e Alcochete).

g) Sublinha-se, ainda, a falta de clareza e de equidade que tem presidido à aplicação de critérios pelo Governo para determinação e fixação das discriminações positivas a introduzir no pagamento de portagens;

h) Ainda, queremos acreditar, que pelo menos durante 10 anos não haverá lugar ao pagamento de qualquer portagem no IP3/A24.

DELIBERAÇÃO

1. A Comissão Política do PSD de Chaves, reunida em 7 de Março de 2011, pelos motivos expressos, delibera recusar liminarmente qualquer solução que passe pelo pagamento de portagens no IP3 / A24 no concelho de Chaves e no território do Distrito de Vila Real;

2. Dar conhecimento desta deliberação à Comissão Política Distrital do PSD e à Comissão Política Nacional do PSD;

3. O envio desta deliberação ao Grupo Parlamentar do PSD.

Chaves 7 de Março de 2011
A Comissão Política de Secção de Chaves do PSD